Como ler: cada célula mostra em quantas placas daquele revestimento o táxon aparece em pelo menos um recorte (ex.: 3/5); +1? = placa só com registro provável (texto com “?”, “ou” ou “confirmar”). Passe o mouse para ver os recortes.
Fonte: só os recortes dos mosaicos de laboratório (série subaquática e material do acervo não entram). Para cada recorte vale a identificação dos anotadores; se ainda não houver, a triagem. O que não casa com nenhuma entrada do acervo vai para “Não identificado”, agrupado pela triagem.
Atenção: mede onde já há recorte (esforço de amostragem), não cobertura nem abundância.
Placa inteira: projeção da presença de cada táxon em toda a superfície das placas, por similaridade com o que já foi reconhecido nos recortes e no acervo (um organismo identificado numa placa é procurado nas outras pela mesma aparência), e cálculo da área ocupada pelo táxon em cada placa. número = placas onde o táxon está presente com segurança; +n? = placas onde é provável; % = cobertura média estimada da placa naquele revestimento (incluindo as placas sem o táxon) — passe o mouse para ver a % de cada placa. Camadas se sobrepõem (algas e biofilme sobre tubos), então a soma passa de 100%. Precisão da % visual: ±5–10 pontos para os grupos dominantes; abaixo de 1% é só indicação de presença.
Comparação entre locais: com Campanha = todas, cada revestimento aparece em duas colunas lado a lado — São Sebastião (SS1, CEBIMar, mosaicos dos dias 114–119) e Ubatuba (UB1, Instituto de Pesca, mosaicos do dia 106) —, com o número de placas e a cobertura média de cada local; escolha uma campanha para ver um local só.
É uma projeção feita por IA sobre a imagem HD, para orientar a anotação — não substitui a identificação por especialista nem a contagem por pontos.